domingo, 11 de março de 2012

A beira da morte.

Sinto-me que tenho apenas vinte e quatro horas.
Estou por um fio, sei lá.
Mas todas as mortes são assim?
Na minha simples teoria, na minha insanidade.
Estou possuído pelo drama, perseguido pela dramaturgia da morte...
A ideia mais curta da vida é longa.
E difícil entende-la por meio da lógica.
As leis do raciocínio lhe fere quando via a vida.
Na vida longínqua, reduzida, trazemos o raciocínio conosco querendo um bem estar momentâneo e demente.
Na vida experimentemos o amor que mais tarde se manifesta o ódio.
Na vida buscamos a sabedoria e restituir o senso ingênuo.
A mais remota ou breve à uma filosofia contra versa que nos leva a distorce e difundir veemências ideias desconexas e nos tornamos frívolos vagarosamente.
Ao entendermos que algumas coisas são descartáveis principalmente as prejudiciais a nos mesmo, submete a viver melhor!
Aprecie o enigma.


W.R.Borges.
13 de março de 2012

O perdão após a traição.

O telefonema às onze da noite do amante que desperta o coração.
Apresso-me para o encontro da minha traição.

Sou leal ou desleal.
Necessidade ou cara nova, não sei, mais só sei do meu arrependimento.

Quero confessa a traição.
Quero limpar o meu coração.

Chegou a hora da confissão, será que ganho o perdão.
O silencio me aflita, mas não sei se mereço o perdão após a traição.

Sou louca, doida, mas sei que aliviei meu coração.
Este e o meu desabafo, levado pelo vendo, guardado...




W.R.Borges.